A resistência às mudanças pode custar mais caro do que os problemas que insistimos em preservar.
Toda organização deseja melhorar seus resultados. Pelo menos no discurso.
Na prática, porém, nem sempre existe a mesma disposição para rever processos, questionar hábitos, ouvir novas ideias ou permitir que pessoas de fora contribuam com novos olhares.
É curioso perceber que muitas vezes a maior resistência não está nos problemas, mas na tentativa de resolvê-los.
A expressão "Não mexa no meu queijo", popularizada pelo livro de Spencer Johnson, retrata exatamente esse comportamento. O queijo representa a zona de conforto, os espaços já estabelecidos, as práticas antigas e, em alguns casos, até mesmo “estruturas” que deixaram de produzir os resultados esperados.
Toda mudança provoca algum desconforto. Isso é natural.
O que não pode ser natural é transformar esse desconforto em barreira para a evolução.
Organizações são sistemas vivos. Mudam pessoas, mudam processos, mudam legislações, mudam tecnologias e mudam as necessidades da sociedade. Permanecer fazendo exatamente as mesmas coisas dificilmente produzirá resultados diferentes.
Capacitações, treinamentos, palestras, mapeamentos, auditorias e momentos de reflexão não existem para apontar culpados. Existem para desenvolver pessoas, processos, fortalecer equipes, estimular o pensamento crítico e construir soluções coletivas.
Em muitas organizações ainda existe receio em utilizar palavras como "convocação". Entretanto, convocar profissionais para uma capacitação obrigatória não representa autoritarismo quando há respaldo legal, planejamento e propósito institucional. Em diversas situações, trata-se de um dever da gestão, especialmente quando o objetivo é promover segurança, saúde, desenvolvimento profissional, qualidade da assistência e prevenção de riscos. Afinal, investir no desenvolvimento das pessoas é fortalecer a produtividade, a qualidade, a sustentabilidade, a responsabilidade social e a capacidade da organização de entregar melhores resultados à sociedade.
Da mesma forma, comunicação não é responsabilidade exclusiva da liderança. Líderes possuem papel fundamental, mas a comunicação organizacional acontece diariamente por meio de cada colaborador, em cada conversa, em cada informação transmitida, em cada silêncio e em cada atitude.
Quando os problemas são percebidos, mapeados e discutidos, nasce uma oportunidade de melhoria. Ignorá-los, minimizá-los ou impedir que sejam debatidos apenas prolonga suas consequências.
Instituições que evoluem não são aquelas que acreditam já saber tudo. São aquelas que mantêm humildade suficiente para aprender continuamente, inclusive com quem chega trazendo novas perspectivas.
A verdadeira maturidade organizacional começa quando deixamos de proteger espaços e passamos a proteger resultados. Afinal, não devemos perguntar quem está mexendo no queijo. Devemos perguntar por que ainda insistimos em guardar queijo estragado.
Essa é a diferença entre organizações que apenas mantêm suas rotinas e aquelas que têm coragem de evoluir.
“Seja forte e corajoso. Não se apavore nem desanime.”
Toda organização deseja melhorar seus resultados. Pelo menos no discurso.
Na prática, porém, nem sempre existe a mesma disposição para rever processos, questionar hábitos, ouvir novas ideias ou permitir que pessoas de fora contribuam com novos olhares.
É curioso perceber que muitas vezes a maior resistência não está nos problemas, mas na tentativa de resolvê-los.
A expressão "Não mexa no meu queijo", popularizada pelo livro de Spencer Johnson, retrata exatamente esse comportamento. O queijo representa a zona de conforto, os espaços já estabelecidos, as práticas antigas e, em alguns casos, até mesmo “estruturas” que deixaram de produzir os resultados esperados.
Toda mudança provoca algum desconforto. Isso é natural.
O que não pode ser natural é transformar esse desconforto em barreira para a evolução.
Organizações são sistemas vivos. Mudam pessoas, mudam processos, mudam legislações, mudam tecnologias e mudam as necessidades da sociedade. Permanecer fazendo exatamente as mesmas coisas dificilmente produzirá resultados diferentes.
Capacitações, treinamentos, palestras, mapeamentos, auditorias e momentos de reflexão não existem para apontar culpados. Existem para desenvolver pessoas, processos, fortalecer equipes, estimular o pensamento crítico e construir soluções coletivas.
Em muitas organizações ainda existe receio em utilizar palavras como "convocação". Entretanto, convocar profissionais para uma capacitação obrigatória não representa autoritarismo quando há respaldo legal, planejamento e propósito institucional. Em diversas situações, trata-se de um dever da gestão, especialmente quando o objetivo é promover segurança, saúde, desenvolvimento profissional, qualidade da assistência e prevenção de riscos. Afinal, investir no desenvolvimento das pessoas é fortalecer a produtividade, a qualidade, a sustentabilidade, a responsabilidade social e a capacidade da organização de entregar melhores resultados à sociedade.
Da mesma forma, comunicação não é responsabilidade exclusiva da liderança. Líderes possuem papel fundamental, mas a comunicação organizacional acontece diariamente por meio de cada colaborador, em cada conversa, em cada informação transmitida, em cada silêncio e em cada atitude.
Quando os problemas são percebidos, mapeados e discutidos, nasce uma oportunidade de melhoria. Ignorá-los, minimizá-los ou impedir que sejam debatidos apenas prolonga suas consequências.
Instituições que evoluem não são aquelas que acreditam já saber tudo. São aquelas que mantêm humildade suficiente para aprender continuamente, inclusive com quem chega trazendo novas perspectivas.
A verdadeira maturidade organizacional começa quando deixamos de proteger espaços e passamos a proteger resultados. Afinal, não devemos perguntar quem está mexendo no queijo. Devemos perguntar por que ainda insistimos em guardar queijo estragado.
Essa é a diferença entre organizações que apenas mantêm suas rotinas e aquelas que têm coragem de evoluir.
“Seja forte e corajoso. Não se apavore nem desanime.”
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