Você já observou que, por trás das tristezas, das angústias e do sofrimento dos seres, normalmente há algo relacionado a outro ser?
Quando nos aprofundamos nesses vínculos, encontramos situações de desavença, uma palavra mal expressa, uma atitude desagradável, um descuido ou até mesmo a indiferença de alguém em relação àquele que se encontra triste.
Dessa forma, os seres se mantêm entristecidos, amargurados e até rancorosos, podendo passar uma vida se restringindo de alegrias por situações infelizes vividas no passado com alguém, fixadas no próprio sentir. E, o pior, atribuemtoda a culpa dessa tristeza àquele que lhes causou o “mal”.
Há um tempo, tenho pensado sobre isso e me surpreendo com a força que a convivência humana exerce sobre nossas vidas. O mais interessante é que tenho aprendido que posso mudar essa realidade tão comum ao compreender que o conhecimento de di mesmo transforma as relações de convivência.
Ao me conhecer, consigo analisar e observar o que cabe a mim nas relações, e, especialmente, entender as atitudes do outro ser, aprendendo a relevar situações que insistem em prejudicar a convivência.
O conhecimento de mim mesma permite que eu me contenha, me recoloque e colabore com o meu semelhante,dando um conteúdo elevado a tudo o que vivo.
González Pecotche tem um ensinamento que considero uma chave para as relações humanas: devemos aprender a não incomodar os demais, mas também não nos deixar ser incomodados. Isso transforma tudo!!
Posso afirmar que não é fácil; porém, toda vez que conseguimos aplicar esse ensinamento, fica visível que podemos melhorar uma relação de convivência.
Nos próximos dias, vocês poderão ver como o conhecimento de si mesmo contribui para que as relações humanas se tornem mais saudáveis e felizes.
Quando nos aprofundamos nesses vínculos, encontramos situações de desavença, uma palavra mal expressa, uma atitude desagradável, um descuido ou até mesmo a indiferença de alguém em relação àquele que se encontra triste.
Dessa forma, os seres se mantêm entristecidos, amargurados e até rancorosos, podendo passar uma vida se restringindo de alegrias por situações infelizes vividas no passado com alguém, fixadas no próprio sentir. E, o pior, atribuemtoda a culpa dessa tristeza àquele que lhes causou o “mal”.
Há um tempo, tenho pensado sobre isso e me surpreendo com a força que a convivência humana exerce sobre nossas vidas. O mais interessante é que tenho aprendido que posso mudar essa realidade tão comum ao compreender que o conhecimento de di mesmo transforma as relações de convivência.
Ao me conhecer, consigo analisar e observar o que cabe a mim nas relações, e, especialmente, entender as atitudes do outro ser, aprendendo a relevar situações que insistem em prejudicar a convivência.
O conhecimento de mim mesma permite que eu me contenha, me recoloque e colabore com o meu semelhante,dando um conteúdo elevado a tudo o que vivo.
González Pecotche tem um ensinamento que considero uma chave para as relações humanas: devemos aprender a não incomodar os demais, mas também não nos deixar ser incomodados. Isso transforma tudo!!
Posso afirmar que não é fácil; porém, toda vez que conseguimos aplicar esse ensinamento, fica visível que podemos melhorar uma relação de convivência.
Nos próximos dias, vocês poderão ver como o conhecimento de si mesmo contribui para que as relações humanas se tornem mais saudáveis e felizes.
Graciele S. N. Borges
Investigadora e docente de Logosofia
Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana
(24) 988421575

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