Durante muito tempo, acreditei que respeitar as pessoas significava apenas cumprir regras de boa convivência. No entanto, o encontro com um conceito revolucionário transformou completamente minha visão sobre mim mesmo e sobre as pessoas com as quais me relaciono.
Uma vez, li um texto, escrito pelo criador da Logosofia que me chamou a atenção e me fez pensar muito. Nele, o autor afirmava que “o respeito é uma atitude que sustenta a moral individual e coletiva e que surge internamente em cada um como um imperativo da consciência.”
Após essa leitura, fiz várias reflexões e compreendi o respeito como um sentimento natural que sustenta as relações humanas. Quando falta o respeito, tudo se desmorona, como um castelo de cartas.
Prossegue o autor: “Essa atitude é o respeito; o respeito que cada um deve ter para consigo mesmo, para não danificar seu conceito com pensamentos, palavras ou atos que o denigrem; o respeito ao semelhante, que outorga dos demais a mesma consideração; o respeito a Deus, afastando da mente todo pensamento ou ideia que não favoreça o acercamento a Ele pelo caminho do saber e da perfeição; finalmente, o respeito que se deve a tudo o que, por sentimento natural, inspira respeito.
Ampliar essa minha compreensão do respeito transformou a forma como passei a experimentar minha própria trajetória profissional.
Trabalhei por décadas como médico perito em uma instituição pública, atuando em um cenário onde os desafios eram diários. Diante de mim, chegavam cidadãos com a expectativa legítima de receber um benefício previdenciário ou assistencial, mas que, muitas vezes, viam seus pedidos negados porque a decisão precisava obedecer estritamente às normas técnicas e legais da avaliação pericial.
Sempre que me deparava com um paciente entrando no consultório, surgia em mim um pensamento que me protegeu de muitos conflitos: “Essa pessoa é um ser humano que apresenta suas próprias dificuldades e merece, primeiramente, o meu respeito e a minha atenção, mesmo que se estabeleça uma diferença de critérios quanto à sua situação.”
Então, eu assumia uma posição mental e sensível de que precisava respeitar de forma natural para ser respeitado. Essa postura me protegeu por décadas e, até a minha aposentadoria, nunca experimentei nenhuma manifestação de desrespeito por parte dos usuários.
Isso aprendi ao dedicar minha atenção ao estudo da Logosofia, que me possibilitou conhecer muito de mim mesmo e cultivar o respeito como uma norma invariável da minha conduta.
Para sermos mais felizes e construirmos um mundo melhor, não é uma atitude sensata e sábia fazer do respeito o condutor da nossa vida?
“Mas a moral – insistimos – se edifica com o bom exemplo, não com palavras. Nutre-se e afirma-se numa atitude que surge do ser interno como imperativo da consciência. Essa atitude é o respeito; o respeito que cada qual deve ter para consigo mesmo, a fim de não prejudicar seu conceito com pensamentos, palavras ou atos que o denigrem; o respeito ao semelhante, que outorga a mesma consideração por parte dos demais; o respeito a Deus, afastando da mente todo pensamento ou ideia que não favoreça o acercamento a Ele pelo caminho do saber e da perfeição; finalmente, o respeito que se deve a tudo o que, por sentimento natural, inspira respeito.”
Uma vez, li um texto, escrito pelo criador da Logosofia que me chamou a atenção e me fez pensar muito. Nele, o autor afirmava que “o respeito é uma atitude que sustenta a moral individual e coletiva e que surge internamente em cada um como um imperativo da consciência.”
Após essa leitura, fiz várias reflexões e compreendi o respeito como um sentimento natural que sustenta as relações humanas. Quando falta o respeito, tudo se desmorona, como um castelo de cartas.
Prossegue o autor: “Essa atitude é o respeito; o respeito que cada um deve ter para consigo mesmo, para não danificar seu conceito com pensamentos, palavras ou atos que o denigrem; o respeito ao semelhante, que outorga dos demais a mesma consideração; o respeito a Deus, afastando da mente todo pensamento ou ideia que não favoreça o acercamento a Ele pelo caminho do saber e da perfeição; finalmente, o respeito que se deve a tudo o que, por sentimento natural, inspira respeito.
Ampliar essa minha compreensão do respeito transformou a forma como passei a experimentar minha própria trajetória profissional.
Trabalhei por décadas como médico perito em uma instituição pública, atuando em um cenário onde os desafios eram diários. Diante de mim, chegavam cidadãos com a expectativa legítima de receber um benefício previdenciário ou assistencial, mas que, muitas vezes, viam seus pedidos negados porque a decisão precisava obedecer estritamente às normas técnicas e legais da avaliação pericial.
Sempre que me deparava com um paciente entrando no consultório, surgia em mim um pensamento que me protegeu de muitos conflitos: “Essa pessoa é um ser humano que apresenta suas próprias dificuldades e merece, primeiramente, o meu respeito e a minha atenção, mesmo que se estabeleça uma diferença de critérios quanto à sua situação.”
Então, eu assumia uma posição mental e sensível de que precisava respeitar de forma natural para ser respeitado. Essa postura me protegeu por décadas e, até a minha aposentadoria, nunca experimentei nenhuma manifestação de desrespeito por parte dos usuários.
Isso aprendi ao dedicar minha atenção ao estudo da Logosofia, que me possibilitou conhecer muito de mim mesmo e cultivar o respeito como uma norma invariável da minha conduta.
Para sermos mais felizes e construirmos um mundo melhor, não é uma atitude sensata e sábia fazer do respeito o condutor da nossa vida?
“Mas a moral – insistimos – se edifica com o bom exemplo, não com palavras. Nutre-se e afirma-se numa atitude que surge do ser interno como imperativo da consciência. Essa atitude é o respeito; o respeito que cada qual deve ter para consigo mesmo, a fim de não prejudicar seu conceito com pensamentos, palavras ou atos que o denigrem; o respeito ao semelhante, que outorga a mesma consideração por parte dos demais; o respeito a Deus, afastando da mente todo pensamento ou ideia que não favoreça o acercamento a Ele pelo caminho do saber e da perfeição; finalmente, o respeito que se deve a tudo o que, por sentimento natural, inspira respeito.”
Maria Helena Godoy
Investigadora e docente de Logosofia
Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana
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