Coragem para construir a paz juntos. Esse foi o convite do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Jaime Spengler, aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e representantes de outras instituições religiosas, durante a assinatura do Pacto "Paz e Tolerância nas Eleições". A iniciativa reuniu autoridades do poder público, representantes da sociedade civil e líderes religiosos em ações conjuntas para promover a cultura de paz durante o processo eleitoral.
A campanha, criada em 2022, reforça a importância do diálogo, do respeito e da tolerância nas Eleições, bem como defende uma disputa política baseada na convivência democrática.
Para Dom Jaime, a paz nasce da capacidade de convivência com as diferenças sem transformar o adversário em inimigo, "colocando sempre a dignidade da pessoa humana e o bem comum acima dos interesses particulares".
E essa paz não é passiva: "É uma paz construída na justiça, na verdade, na liberdade do voto, na transparência e no respeito às instituições democráticas".
É preciso, segundo o presidente da CNBB, coragem para enfrentar a compra de votos e todas as formas de abuso do poder econômico; coragem para reconhecer a exigência de controle dos recursos públicos destinados ao financiamento da atividade partidária e das campanhas eleitorais; e para preservar conquistas democráticas construídas pela sociedade brasileira, como a Lei da Ficha Limpa.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orienta, pois, que a Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos, mas reforça que a política guiada pela ética é uma forma elevada de caridade.
Nas Diretrizes e Mensagem para próximas eleições orienta também:
- Não neutralidade partidária, pois aIgreja não apoia nomes ou siglas, focando na formação da consciência cidadã;
- Rejeição à abstenção, pois os bispos declaram que abster-se do voto não é a melhor escolha para o país;
- Discernimento eleitoral, pois o eleitor deve analisar a história de vida dos candidatos e as consequências de suas propostas, indo além das promessas de palanque;
- Combate à desinformação, e para issoa CNBB alerta contra o uso de inteligência artificial manipulada e fakenews que comprometem o processo democrático; e
- Pacto pela Paz nos compromissos institucionais para promover a tolerância e o respeito entre os cidadãos durante o pleito.
Tudo isso enraizado na esperança cristã. E esta, para oCardeal Arcebispo de Brasília, não pode ser entendida apenas como expectativa de que a realidade melhore, mas deve conduzir à ação e ao compromisso com a transformação da sociedade.“A esperança não é somente a expectativa de que as coisas vão melhorar. Ela também é um ato concreto do cristão, daquele que crê e acredita que é possível mudar”
Mais do que uma mera coincidência do dia das eleições com o Dia de São Francisco de Assis devemos internalizar a sua oração “Fazei-me, Senhor, um instrumento da vossa paz” ... E nesse sentido, Dom Jaime ressaltou que problemas como corrupção, violência e injustiças não devem ser naturalizados. “A esperança em Cristo é saber que a cruz não é o final, mas que a ressurreição vem como vida nova”.
A campanha, criada em 2022, reforça a importância do diálogo, do respeito e da tolerância nas Eleições, bem como defende uma disputa política baseada na convivência democrática.
Para Dom Jaime, a paz nasce da capacidade de convivência com as diferenças sem transformar o adversário em inimigo, "colocando sempre a dignidade da pessoa humana e o bem comum acima dos interesses particulares".
E essa paz não é passiva: "É uma paz construída na justiça, na verdade, na liberdade do voto, na transparência e no respeito às instituições democráticas".
É preciso, segundo o presidente da CNBB, coragem para enfrentar a compra de votos e todas as formas de abuso do poder econômico; coragem para reconhecer a exigência de controle dos recursos públicos destinados ao financiamento da atividade partidária e das campanhas eleitorais; e para preservar conquistas democráticas construídas pela sociedade brasileira, como a Lei da Ficha Limpa.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orienta, pois, que a Igreja Católica não indica candidatos nem partidos políticos, mas reforça que a política guiada pela ética é uma forma elevada de caridade.
Nas Diretrizes e Mensagem para próximas eleições orienta também:
- Não neutralidade partidária, pois aIgreja não apoia nomes ou siglas, focando na formação da consciência cidadã;
- Rejeição à abstenção, pois os bispos declaram que abster-se do voto não é a melhor escolha para o país;
- Discernimento eleitoral, pois o eleitor deve analisar a história de vida dos candidatos e as consequências de suas propostas, indo além das promessas de palanque;
- Combate à desinformação, e para issoa CNBB alerta contra o uso de inteligência artificial manipulada e fakenews que comprometem o processo democrático; e
- Pacto pela Paz nos compromissos institucionais para promover a tolerância e o respeito entre os cidadãos durante o pleito.
Tudo isso enraizado na esperança cristã. E esta, para oCardeal Arcebispo de Brasília, não pode ser entendida apenas como expectativa de que a realidade melhore, mas deve conduzir à ação e ao compromisso com a transformação da sociedade.“A esperança não é somente a expectativa de que as coisas vão melhorar. Ela também é um ato concreto do cristão, daquele que crê e acredita que é possível mudar”
Mais do que uma mera coincidência do dia das eleições com o Dia de São Francisco de Assis devemos internalizar a sua oração “Fazei-me, Senhor, um instrumento da vossa paz” ... E nesse sentido, Dom Jaime ressaltou que problemas como corrupção, violência e injustiças não devem ser naturalizados. “A esperança em Cristo é saber que a cruz não é o final, mas que a ressurreição vem como vida nova”.
Medoro, irmão menor-padre pecador
Postar um comentário