Cada etapa da vida apresenta seus próprios desafios. Cada fase exige novas habilidades para lidarmos com as complexidades que surgem ao longo do caminho.
Olhar para o envelhecimento como mais uma etapa — e também como um novo desafio — pode nos oferecer uma maneira mais lúcida de compreender e atravessar as questões que acompanham a passagem do tempo.
Todas as pessoas passam por mudanças hormonais relacionadas ao envelhecimento. Entretanto, para as mulheres, essas transformações costumam ocorrer de maneira mais brusca e determinante.
Mas nada disso precisa ser vivido de forma exclusivamente determinante quando, antes de um corpo, existe uma pessoa. Uma pessoa que trabalha o próprio mundo interior, cuida das emoções com dedicação, compreende seu funcionamento, respeita sua integralidade e busca conhecer cada vez mais a própria mente, identificando aquilo que precisa ser transformado e cuidando do que, em vez de construir, pode destruir.
Uma mulher que deseja sentir-se saudável, equilibrada e em harmonia com o próprio corpo aprende a cuidar de si de maneira integral. Ela não se torna refém de procedimentos estéticos.
Isso não significa que não possa utilizá-los em algum momento, caso deseje. A diferença está em não transformar esses recursos em uma obsessão na busca incessante por sentir-se mais bonita, mais atraente ou mais jovem.
Tudo o que fizer poderá ser uma escolha voltada ao seu bem-estar, em seus diferentes aspectos. A juventude deixa de ser uma obsessão e a passagem do tempo deixa de ser algo a ser temido. E isso, por si só, já pode transformar a maneira como ela vive.
Uma pessoa que atravessa o tempo com sabedoria consegue olhar para tudo aquilo que construiu de melhor em si. Sente-se mais segura de quem é e menos dependente daquilo que deixou de ser.
Uma pessoa assim desenvolve uma conversa interior que a legitima, acolhe e eleva.
É verdade que o envelhecimento pode ser complexo e, para as mulheres, muitas vezes ainda mais desafiador. Por isso, é necessário olhar com sabedoria para o próprio interior e aprender a dialogar com a pessoa que estamos nos tornando.
É preciso reconhecer aquilo que é possível realizar hoje, atualizar desejos, rever objetivos e construir pontes entre quem fomos, quem somos e quem ainda podemos ser.
Criar algo bom, significativo e verdadeiro pode fazer a vida valer muito a pena, independentemente da idade ou da passagem do tempo.
Há muito de enigmático no tempo, e existe muita vida para viver.
As rugas podem trazer determinados incômodos, mas uma mente preparada para dialogar com as transformações do corpo pode nos libertar de preconceitos, preceitos, regras e padrões que nos oprimem e limitam.
Que o nosso desejo possa permanecer firme e, ao mesmo tempo, fluido ao longo dos anos.
Que, mesmo quando o corpo estiver em outro ritmo, a mente possa estimulá-lo a ir um pouco além, sempre com saúde, amor, lucidez e alegria para viver o melhor da vida.
Porque viver o melhor de nós e o melhor da vida não depende exclusivamente do tempo, do lugar ou da idade.
A vida que vivemos não segue uma lógica linear. Ela é composta por encontros, mudanças, escolhas e surpresas que atravessamos a partir das permissões que nos damos em cada etapa e da liberdade que construímos ao longo do caminho.
Também é preciso coragem para sermos quem somos, e não aquilo que uma cultura ou uma sociedade determina que deveríamos ser.
É necessário autoconhecimento, amor-próprio e muita vontade de viver. Vontade de continuar aprendendo, de nos reinventar e de saborear o melhor que existe em nós e na própria vida.
Afirmação
Para finalizar, proponho uma afirmação construtiva. Repita-a, no mínimo, três vezes. Depois da palavra “Eu”, diga o seu próprio nome:
Eu, (diga seu nome), gosto do meu corpo e tenho capacidade suficiente para viver o melhor que este momento pode me proporcionar.
Patrícia Tavares
Olhar para o envelhecimento como mais uma etapa — e também como um novo desafio — pode nos oferecer uma maneira mais lúcida de compreender e atravessar as questões que acompanham a passagem do tempo.
Todas as pessoas passam por mudanças hormonais relacionadas ao envelhecimento. Entretanto, para as mulheres, essas transformações costumam ocorrer de maneira mais brusca e determinante.
Mas nada disso precisa ser vivido de forma exclusivamente determinante quando, antes de um corpo, existe uma pessoa. Uma pessoa que trabalha o próprio mundo interior, cuida das emoções com dedicação, compreende seu funcionamento, respeita sua integralidade e busca conhecer cada vez mais a própria mente, identificando aquilo que precisa ser transformado e cuidando do que, em vez de construir, pode destruir.
Uma mulher que deseja sentir-se saudável, equilibrada e em harmonia com o próprio corpo aprende a cuidar de si de maneira integral. Ela não se torna refém de procedimentos estéticos.
Isso não significa que não possa utilizá-los em algum momento, caso deseje. A diferença está em não transformar esses recursos em uma obsessão na busca incessante por sentir-se mais bonita, mais atraente ou mais jovem.
Tudo o que fizer poderá ser uma escolha voltada ao seu bem-estar, em seus diferentes aspectos. A juventude deixa de ser uma obsessão e a passagem do tempo deixa de ser algo a ser temido. E isso, por si só, já pode transformar a maneira como ela vive.
Uma pessoa que atravessa o tempo com sabedoria consegue olhar para tudo aquilo que construiu de melhor em si. Sente-se mais segura de quem é e menos dependente daquilo que deixou de ser.
Uma pessoa assim desenvolve uma conversa interior que a legitima, acolhe e eleva.
É verdade que o envelhecimento pode ser complexo e, para as mulheres, muitas vezes ainda mais desafiador. Por isso, é necessário olhar com sabedoria para o próprio interior e aprender a dialogar com a pessoa que estamos nos tornando.
É preciso reconhecer aquilo que é possível realizar hoje, atualizar desejos, rever objetivos e construir pontes entre quem fomos, quem somos e quem ainda podemos ser.
Criar algo bom, significativo e verdadeiro pode fazer a vida valer muito a pena, independentemente da idade ou da passagem do tempo.
Há muito de enigmático no tempo, e existe muita vida para viver.
As rugas podem trazer determinados incômodos, mas uma mente preparada para dialogar com as transformações do corpo pode nos libertar de preconceitos, preceitos, regras e padrões que nos oprimem e limitam.
Que o nosso desejo possa permanecer firme e, ao mesmo tempo, fluido ao longo dos anos.
Que, mesmo quando o corpo estiver em outro ritmo, a mente possa estimulá-lo a ir um pouco além, sempre com saúde, amor, lucidez e alegria para viver o melhor da vida.
Porque viver o melhor de nós e o melhor da vida não depende exclusivamente do tempo, do lugar ou da idade.
A vida que vivemos não segue uma lógica linear. Ela é composta por encontros, mudanças, escolhas e surpresas que atravessamos a partir das permissões que nos damos em cada etapa e da liberdade que construímos ao longo do caminho.
Também é preciso coragem para sermos quem somos, e não aquilo que uma cultura ou uma sociedade determina que deveríamos ser.
É necessário autoconhecimento, amor-próprio e muita vontade de viver. Vontade de continuar aprendendo, de nos reinventar e de saborear o melhor que existe em nós e na própria vida.
Afirmação
Para finalizar, proponho uma afirmação construtiva. Repita-a, no mínimo, três vezes. Depois da palavra “Eu”, diga o seu próprio nome:
Eu, (diga seu nome), gosto do meu corpo e tenho capacidade suficiente para viver o melhor que este momento pode me proporcionar.
Patrícia Tavares
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