A partir do tema “Comunidades vocacionais: Encontro, Testemunho e missão” e do lema “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas” (At 2,46) iniciamos o Mês das Vocações 2026. O mês de agosto é especial para a Igreja, pois é o mês dedicado as vocações. Cada cristão batizado é chamado por Deus a uma vocação a serviço na comunidade, além da participação da missa dominical, cumprindo o preceito e ser testemunha na família, somos convidados também a pertencer a comunidade ajudando em algum serviço ou ministério ou pastoral e evangelizar a sociedade, abraçando às suas lutas por vida digna para todas as vidas.
No último domingo iniciamos esse tempo orante, de reflexão e discernimento vocacional rezando pelas vocações aos Ministérios Ordenados dos diáconos, bispos e padres em sintonia com a celebração, no dia de ontem, 04 de agosto, Dia de São João Maria Vianney, Patrono dos Padres. Essa celebração convida-nos a contemplar a beleza e a grandeza do ministério sacerdotal. Mais do que uma função ou um serviço entre outros, o sacerdócio é uma vocação que configura o homem a Jesus Cristo, Bom Pastor, para que sua existência se torne oferta a Deus e serviço generoso ao seu povo.
Entre os Padres da Igreja, como recorda-nos Dom Leomar Brustolin,
Arcebispo de Santa Maria (RS), poucos refletiram com tanta profundidade sobre o sacerdócio quanto São João Crisóstomo. Em sua célebre obra Sobre o Sacerdócio, ele afirma que o ministério sacerdotal é exercido na terra, mas pertence à ordem das realidades celestes. Não porque o sacerdote esteja acima dos demais cristãos, mas porque recebeu a graça e a responsabilidade de servir aos mistérios de Deus em favor de seus irmãos e irmãs e de ser, acrescento, aonde estiver representante da ministerialidade de todos os batizados.
São João Crisóstomonão idealizava o sacerdote. Ao contrário, conhecia suas fragilidades, seus limites e as exigências próprias de sua missão. Contudo, recorda que Deus confia aos presbíteros uma tarefa extraordinária: anunciar a Palavra, celebrar os sacramentos, reconciliar os pecadores, engajar os batizados nos serviços e ministérios dentro e fora da comunidade e conduzir o povo de Deus. Para ele, o sacerdote é aquele que se coloca entre Deus e a humanidade, levando ao Senhor as alegrias e sofrimentos do povo e trazendo ao povo a misericórdia divina. Aqui brilha especialmente os serviços da solidariedade, justiça e paz
Essa missão encontra sua fonte no próprio Cristo. O Evangelho apresenta Jesus como o Bom Pastor que conhece suas ovelhas e dá a vida por elas (cf. Jo 10,11). O presbítero é chamado a participar desse amor pastoral, fazendo de sua vida uma presença que cuida, reúne e conduz. Seu ministério não se mede pelo poder que exerce, mas pela capacidade de servir, acolher, escutar, integrar e acompanhar também os ministérios em favor da vida. São João Crisóstomo insistia que a principal força do sacerdote não está em suas habilidades humanas, mas na santidade de sua vida.
Como Cristo, o Ministro Ordenado é chamado a partir o pão da Palavra, o pão da Eucaristia e o pão da caridade, para alimentar a fé e sustentar a esperança do povo. Por isso a Igreja agradece a Deus por tantos sacerdotes que, muitas vezes de modo silencioso e escondido, dedicam a vida ao cuidado das comunidades, visitam os enfermos, consolam os aflitos, apoiam o cuidado libertador dos oprimidos, anunciam a Palavra e celebram os santos mistérios. Em meio às alegrias e às provações do ministério, eles testemunham que Deus não abandona o seu povo, mas continua caminhando com ele. Nossa gratidão, pois, ao Senhor, que continua chamando jovens para serem pastores segundo o coração de Cristo e servidores da esperança no meio de seu povo. Que nossas comunidades saibam acolhê-los, acompanha-los e sustenta-los com a oração e a fraternuda.
Medoro, irmão menor-padre pecador
No último domingo iniciamos esse tempo orante, de reflexão e discernimento vocacional rezando pelas vocações aos Ministérios Ordenados dos diáconos, bispos e padres em sintonia com a celebração, no dia de ontem, 04 de agosto, Dia de São João Maria Vianney, Patrono dos Padres. Essa celebração convida-nos a contemplar a beleza e a grandeza do ministério sacerdotal. Mais do que uma função ou um serviço entre outros, o sacerdócio é uma vocação que configura o homem a Jesus Cristo, Bom Pastor, para que sua existência se torne oferta a Deus e serviço generoso ao seu povo.
Entre os Padres da Igreja, como recorda-nos Dom Leomar Brustolin,
Arcebispo de Santa Maria (RS), poucos refletiram com tanta profundidade sobre o sacerdócio quanto São João Crisóstomo. Em sua célebre obra Sobre o Sacerdócio, ele afirma que o ministério sacerdotal é exercido na terra, mas pertence à ordem das realidades celestes. Não porque o sacerdote esteja acima dos demais cristãos, mas porque recebeu a graça e a responsabilidade de servir aos mistérios de Deus em favor de seus irmãos e irmãs e de ser, acrescento, aonde estiver representante da ministerialidade de todos os batizados.
São João Crisóstomonão idealizava o sacerdote. Ao contrário, conhecia suas fragilidades, seus limites e as exigências próprias de sua missão. Contudo, recorda que Deus confia aos presbíteros uma tarefa extraordinária: anunciar a Palavra, celebrar os sacramentos, reconciliar os pecadores, engajar os batizados nos serviços e ministérios dentro e fora da comunidade e conduzir o povo de Deus. Para ele, o sacerdote é aquele que se coloca entre Deus e a humanidade, levando ao Senhor as alegrias e sofrimentos do povo e trazendo ao povo a misericórdia divina. Aqui brilha especialmente os serviços da solidariedade, justiça e paz
Essa missão encontra sua fonte no próprio Cristo. O Evangelho apresenta Jesus como o Bom Pastor que conhece suas ovelhas e dá a vida por elas (cf. Jo 10,11). O presbítero é chamado a participar desse amor pastoral, fazendo de sua vida uma presença que cuida, reúne e conduz. Seu ministério não se mede pelo poder que exerce, mas pela capacidade de servir, acolher, escutar, integrar e acompanhar também os ministérios em favor da vida. São João Crisóstomo insistia que a principal força do sacerdote não está em suas habilidades humanas, mas na santidade de sua vida.
Como Cristo, o Ministro Ordenado é chamado a partir o pão da Palavra, o pão da Eucaristia e o pão da caridade, para alimentar a fé e sustentar a esperança do povo. Por isso a Igreja agradece a Deus por tantos sacerdotes que, muitas vezes de modo silencioso e escondido, dedicam a vida ao cuidado das comunidades, visitam os enfermos, consolam os aflitos, apoiam o cuidado libertador dos oprimidos, anunciam a Palavra e celebram os santos mistérios. Em meio às alegrias e às provações do ministério, eles testemunham que Deus não abandona o seu povo, mas continua caminhando com ele. Nossa gratidão, pois, ao Senhor, que continua chamando jovens para serem pastores segundo o coração de Cristo e servidores da esperança no meio de seu povo. Que nossas comunidades saibam acolhê-los, acompanha-los e sustenta-los com a oração e a fraternuda.
Medoro, irmão menor-padre pecador
إرسال تعليق