Hoje celebramos o segundo dia do Tríduo de São José Operário em preparação à sua tradicional e querida festa na próxima sexta-feira, primeiro de maio. A participação dos devotos já é grande desde segunda-feira, quando os grupos orantes “Terço dos Homens” e “Mães que oram pelos Filhos” rezaram pela paróquia, pela Igreja em toda cidade, especialmente pelos operários/as trirrienses. Devoção forte, fraternura rica e solidariedade com os operários/as em situações de desemprego e muitos outros problemas decorrentes
Resgatemos o registro histórico de que quando Três Rios florescia como a Cidade Industrial do interior do estado, o nosso bispo diocesano de então, Dom José Costa Campos, elevou a Capela de São José da Boa Morte a Matriz da nova e segunda paróquia que aqui criava, dando-lhe o título de São José Operário. Em sua sensibilidade pastoral, quis a Igreja comprometida com a classe trabalhadora. Assim, celebrando no bairro do Triângulo a festa do Patrono dos Operários, buscamos fazer comunhão com a Pastoral Operária.
Como sabemos, a Pastoral Operária Nacional unida ao clamor das trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, defendeos direitos que, atualmente, estão sendo extintos. Esses direitos, conquistados ao longo de nossa história, resultaram de muitas lutas da classe trabalhadora. E por isso, não podemos esquecer-nos a memória dessas lutas, recordando com afeto especial, todas as pessoas que tiveram suas vidas ceifadas para que a classe trabalhadora pudesse ter melhores condições de trabalho e para que todos neste país vivam com dignidade.
Várias iniciativas do governo atual concretizam reformas trabalhistas que visam superar a dura crise que vinha multiplicando os desempregos e promovendo novas formas de vinculação, alheias à justiça trabalhista atual. Elas não geravamnovos empregos anunciados, achatavam salários, tornavam as condições de trabalho mais inseguras, eliminam convenções coletivas, fragilizando as organizações sindicais e penalizam sobretudo os setores mais vulneráveis da classe trabalhadora. A esperança renasce!
É inadmissível que a classe trabalhadora esteja submissa aos que saqueiam seus direitos, concentram riquezas e geram miséria. Por isso, denunciamos a supremacia do poder econômico que torna o capital mais importante que os seres humanos e repudiamos as leis e políticas públicas que eliminam direitos da classe trabalhadora e reprimem suas lutas.
Conclamamos todos as trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade, que fazem do trabalho, mística e sustento de suas vidas, a debaterem seus problemas e fortalecerem a unidade de suas ações, desde seus locais de trabalho e estudo, suas comunidades e entidades, e desde as ruas e praças.
Que todas as organizações de trabalhadoras e trabalhadores assumam unificadamente a luta pelo que mais importa hoje e importará sempre: vivermos dignamente como filhas e filhos de Deus. Roguemos, portanto, a Deus que, em Cristo, se fez humano e trabalhador, a inspiração e a coragem necessárias para conquistarmos, o direito a trabalhar e a viver de modo digno.
E a nossa Festa de São José Operário deve ajudar-nos a cultivar a “Espiritualidade de trabalho” (LE 24) e a revitalizar a Pastoral Operária e o ecumênico MF&P-Movimento fé e Política. E isso em meio as festanças que nos congregam em orações e fraternais e saborosas confraternizações.
Valei-nos, São José!
Resgatemos o registro histórico de que quando Três Rios florescia como a Cidade Industrial do interior do estado, o nosso bispo diocesano de então, Dom José Costa Campos, elevou a Capela de São José da Boa Morte a Matriz da nova e segunda paróquia que aqui criava, dando-lhe o título de São José Operário. Em sua sensibilidade pastoral, quis a Igreja comprometida com a classe trabalhadora. Assim, celebrando no bairro do Triângulo a festa do Patrono dos Operários, buscamos fazer comunhão com a Pastoral Operária.
Como sabemos, a Pastoral Operária Nacional unida ao clamor das trabalhadoras e trabalhadores do Brasil, defendeos direitos que, atualmente, estão sendo extintos. Esses direitos, conquistados ao longo de nossa história, resultaram de muitas lutas da classe trabalhadora. E por isso, não podemos esquecer-nos a memória dessas lutas, recordando com afeto especial, todas as pessoas que tiveram suas vidas ceifadas para que a classe trabalhadora pudesse ter melhores condições de trabalho e para que todos neste país vivam com dignidade.
Várias iniciativas do governo atual concretizam reformas trabalhistas que visam superar a dura crise que vinha multiplicando os desempregos e promovendo novas formas de vinculação, alheias à justiça trabalhista atual. Elas não geravamnovos empregos anunciados, achatavam salários, tornavam as condições de trabalho mais inseguras, eliminam convenções coletivas, fragilizando as organizações sindicais e penalizam sobretudo os setores mais vulneráveis da classe trabalhadora. A esperança renasce!
É inadmissível que a classe trabalhadora esteja submissa aos que saqueiam seus direitos, concentram riquezas e geram miséria. Por isso, denunciamos a supremacia do poder econômico que torna o capital mais importante que os seres humanos e repudiamos as leis e políticas públicas que eliminam direitos da classe trabalhadora e reprimem suas lutas.
Conclamamos todos as trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade, que fazem do trabalho, mística e sustento de suas vidas, a debaterem seus problemas e fortalecerem a unidade de suas ações, desde seus locais de trabalho e estudo, suas comunidades e entidades, e desde as ruas e praças.
Que todas as organizações de trabalhadoras e trabalhadores assumam unificadamente a luta pelo que mais importa hoje e importará sempre: vivermos dignamente como filhas e filhos de Deus. Roguemos, portanto, a Deus que, em Cristo, se fez humano e trabalhador, a inspiração e a coragem necessárias para conquistarmos, o direito a trabalhar e a viver de modo digno.
E a nossa Festa de São José Operário deve ajudar-nos a cultivar a “Espiritualidade de trabalho” (LE 24) e a revitalizar a Pastoral Operária e o ecumênico MF&P-Movimento fé e Política. E isso em meio as festanças que nos congregam em orações e fraternais e saborosas confraternizações.
Valei-nos, São José!
Medoro, irmão menor-padre pecador

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