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| Foto: Divulgação/Internet |
Rodolfo Brandolin
A apreensão de drogas registrada na última quinta-feira
(16), na Via Dutra, em Piraí, reforça um ponto muitas vezes pouco destacado: o
papel fundamental dos cães farejadores nas operações policiais.
Foram justamente as cadelas K9 May e Eva, do Grupo de
Operações com Cães da Polícia Rodoviária Federal, que identificaram a presença
da droga dentro de um ônibus interestadual. Com o faro altamente treinado, elas
indicaram o local exato onde o material ilícito estava escondido, permitindo a
apreensão de mais de quatro quilos de haxixe.
Mas essa não é a primeira vez que o trabalho desses animais
ganha destaque.
Recentemente, o cão Hulk, do Batalhão de Ações com Cães,
ficou conhecido nacionalmente ao localizar uma carga histórica de cerca de 48
toneladas de maconha no Complexo da Maré, a maior apreensão do tipo já
registrada no país.
Treinados desde filhotes, os cães farejadores possuem um
olfato extremamente sensível, capaz de identificar pequenas partículas de
substâncias, mesmo quando escondidas em compartimentos fechados ou locais de
difícil acesso. Mais do que ferramentas de apoio, eles são parte essencial das
equipes, atuando diretamente no combate ao crime.
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| Foto: Divulgação/Internet |
Além da eficiência nas operações, há também um forte vínculo entre os animais e seus condutores. Fora das ações, a rotina inclui treinamento constante, cuidados específicos e momentos de descanso, fundamentais para manter o desempenho e o bem-estar dos cães.
A atuação desses “agentes de quatro patas” mostra que,
muitas vezes, é o faro apurado e o treinamento rigoroso que fazem a diferença
no sucesso de grandes operações.



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