Você já fez algo que não queria fazer apenas para não desagradar alguém e, no final, acabou desagradando a si mesmo? Ou, em algum momento, deixou de fazer algo que realmente desejava para atender ao pedido de um familiar ou de um amigo?
Aprender a agradar a si mesmo é uma prioridade na construção da autoestima. Sentir-se confortável sendo quem você é e oferecer aquilo que pode dar de melhor — em vez de algo que lhe cause incômodo ou desgaste — é um ponto crucial para uma vida mais equilibrada.
É claro que existem situações delicadas. Filhos pequenos, parentes idosos ou pessoas que dependem de nós exigem cuidado, presença e responsabilidade. Nessas circunstâncias, muitas vezes é importante contar com uma rede de apoio para que também seja possível reservar algum tempo para si mesmo.
No entanto, na maioria das vezes, as pessoas deixam de se priorizar e de fazer coisas que lhes fariam bem simplesmente porque se acostumaram a colocar as próprias necessidades em segundo plano. Com o tempo, passam a viver em um estado constante de desconforto.
Assim, buscar experiências que tragam bem-estar pode parecer, para alguns, uma espécie de luxo. Mas não é.
Uma vida repleta de demandas — sobretudo quando essas demandas envolvem mais as necessidades dos outros do que as próprias — gera sobrecarga. E essa sobrecarga, com o passar do tempo, torna-se profundamente desconfortável.
Negligenciar a si mesmo tem um preço muito alto.
Por isso, vale a pergunta:
O que você tem feito para trazer mais conforto para a sua vida?
Que escolhas têm permitido que você viva experiências mais agradáveis e felizes?
Você costuma atender sempre às necessidades dos outros enquanto ignora as suas próprias?
Quando agimos dessa forma, acabamos nos descuidando e permitindo que muitos desconfortos se instalem em nossa vida.
Ser capaz de dizer não a alguém para conseguir dizer sim a si mesmo é um gesto importante de maturidade emocional, mesmo sabendo que, em alguns momentos, isso pode desagradar alguém importante.
Quando conseguimos fazer isso sem culpa, estamos nos nutrindo. Estamos oferecendo a nós mesmos amor, respeito e consideração.
Por isso, é fundamental revisar, ao longo da vida, nossas ações e atitudes.
O descontentamento com a vida e consigo mesmo não surge de um dia para o outro. Ele se constrói lentamente, dia após dia, a partir de pequenas renúncias pessoais, de escolhas desconfortáveis e de situações desagradáveis que aceitamos como se fosse errado — ou até egoísmo — dar prioridade a nós mesmos.
Mas eu lhe digo:
Uma das bases mais importantes no processo de construção da autoestima é aprender a se valorizar e a se priorizar, dedicando atenção verdadeira a tudo aquilo que o seu ser necessita.
Cuidar de si não é egoísmo.
É responsabilidade emocional consigo mesmo.
Aprender a agradar a si mesmo é uma prioridade na construção da autoestima. Sentir-se confortável sendo quem você é e oferecer aquilo que pode dar de melhor — em vez de algo que lhe cause incômodo ou desgaste — é um ponto crucial para uma vida mais equilibrada.
É claro que existem situações delicadas. Filhos pequenos, parentes idosos ou pessoas que dependem de nós exigem cuidado, presença e responsabilidade. Nessas circunstâncias, muitas vezes é importante contar com uma rede de apoio para que também seja possível reservar algum tempo para si mesmo.
No entanto, na maioria das vezes, as pessoas deixam de se priorizar e de fazer coisas que lhes fariam bem simplesmente porque se acostumaram a colocar as próprias necessidades em segundo plano. Com o tempo, passam a viver em um estado constante de desconforto.
Assim, buscar experiências que tragam bem-estar pode parecer, para alguns, uma espécie de luxo. Mas não é.
Uma vida repleta de demandas — sobretudo quando essas demandas envolvem mais as necessidades dos outros do que as próprias — gera sobrecarga. E essa sobrecarga, com o passar do tempo, torna-se profundamente desconfortável.
Negligenciar a si mesmo tem um preço muito alto.
Por isso, vale a pergunta:
O que você tem feito para trazer mais conforto para a sua vida?
Que escolhas têm permitido que você viva experiências mais agradáveis e felizes?
Você costuma atender sempre às necessidades dos outros enquanto ignora as suas próprias?
Quando agimos dessa forma, acabamos nos descuidando e permitindo que muitos desconfortos se instalem em nossa vida.
Ser capaz de dizer não a alguém para conseguir dizer sim a si mesmo é um gesto importante de maturidade emocional, mesmo sabendo que, em alguns momentos, isso pode desagradar alguém importante.
Quando conseguimos fazer isso sem culpa, estamos nos nutrindo. Estamos oferecendo a nós mesmos amor, respeito e consideração.
Por isso, é fundamental revisar, ao longo da vida, nossas ações e atitudes.
O descontentamento com a vida e consigo mesmo não surge de um dia para o outro. Ele se constrói lentamente, dia após dia, a partir de pequenas renúncias pessoais, de escolhas desconfortáveis e de situações desagradáveis que aceitamos como se fosse errado — ou até egoísmo — dar prioridade a nós mesmos.
Mas eu lhe digo:
Uma das bases mais importantes no processo de construção da autoestima é aprender a se valorizar e a se priorizar, dedicando atenção verdadeira a tudo aquilo que o seu ser necessita.
Cuidar de si não é egoísmo.
É responsabilidade emocional consigo mesmo.

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