Redação
Uma ação conjunta da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, da Polícia Civil da Bahia e da Polícia Federal resultou na captura de um dos principais líderes de uma facção narcoterrorista com atuação no sul da Bahia. O criminoso, considerado de alta periculosidade e conhecido pelo apelido de “Pilão”, foi preso na última quarta-feira (4), na cidade de Santa Cruz de laSierra, na Bolívia.
De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o investigado vinha sendo monitorado desde 2022 pela Subsecretaria de Inteligência (Ssinte). Durante esse período, ele adotou diferentes estratégias para escapar da atuação policial. Em um dos momentos da investigação, chegou a ser localizado em uma comunidade do município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, mas conseguiu fugir e deixou o país, passando a se esconder em território boliviano.
Contra o criminoso, havia dois mandados de prisão em aberto. Um deles era referente à recaptura por homicídio qualificado. O outro dizia respeito a uma condenação definitiva a mais de 20 anos de prisão, em regime fechado, por homicídio duplamente qualificado cometido durante um evento público.
As investigações apontam que o tráfico de drogas era a principal fonte de renda do líder da facção, que também estaria envolvido em crimes violentos contra o patrimônio, execuções de rivais e até de integrantes da própria organização criminosa, além de extorsões e transporte clandestino. Parte dessas ações, segundo a Polícia Civil, teria sido articulada a partir do sistema prisional.
A prisão foi possível graças a uma complexa troca de informações e ao trabalho integrado entre a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro, a Polícia Civil da Bahia, a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro e o Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal (CCPI-RJ).
Segundo a corporação, a captura reforça a atuação integrada das forças de segurança e demonstra que não há fronteiras para o combate ao crime organizado.
De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o investigado vinha sendo monitorado desde 2022 pela Subsecretaria de Inteligência (Ssinte). Durante esse período, ele adotou diferentes estratégias para escapar da atuação policial. Em um dos momentos da investigação, chegou a ser localizado em uma comunidade do município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, mas conseguiu fugir e deixou o país, passando a se esconder em território boliviano.
Contra o criminoso, havia dois mandados de prisão em aberto. Um deles era referente à recaptura por homicídio qualificado. O outro dizia respeito a uma condenação definitiva a mais de 20 anos de prisão, em regime fechado, por homicídio duplamente qualificado cometido durante um evento público.
As investigações apontam que o tráfico de drogas era a principal fonte de renda do líder da facção, que também estaria envolvido em crimes violentos contra o patrimônio, execuções de rivais e até de integrantes da própria organização criminosa, além de extorsões e transporte clandestino. Parte dessas ações, segundo a Polícia Civil, teria sido articulada a partir do sistema prisional.
A prisão foi possível graças a uma complexa troca de informações e ao trabalho integrado entre a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro, a Polícia Civil da Bahia, a Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro e o Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal (CCPI-RJ).
Segundo a corporação, a captura reforça a atuação integrada das forças de segurança e demonstra que não há fronteiras para o combate ao crime organizado.


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