Quem disse que precisamos ser uma coisa só?
A vida não cabe em um título de cargo ou em um diploma pendurado na parede. Somos feitos de camadas, de experiências que se somam, de recomeços corajosos. E o conhecimento é o fio que costura tudo isso. Ele transforma. Amplia horizontes. Nos impulsiona.
É com esse espírito que volto ao Entre-Rios Jornal, agora como colunista. O jornal onde dei meus primeiros passos na comunicação, diagramando páginas, cobrindo esportes e aprendendo com cada pauta e cada colega. Foi aqui que descobri o poder de uma boa história e como a informação pode, de fato, mudar a vida das pessoas.
Mesmo depois de sair da redação, segui outros caminhos: assessoria de imprensa, revista, televisão. Agora, já formado em Direito e prestes a me tornar advogado, trago comigo a mesma vontade de comunicar. Só que com uma nova lente. Uma lente jurídica. E mais do que isso, com a certeza de que comunicação e Direito não são mundos separados. São forças que se complementam. Ambas lidam com linguagem, mediação, direitos e responsabilidades. Ambas são sobre pessoas.
Luiz Gama, símbolo da luta contra a escravidão e um dos primeiros juristas negros do Brasil, foi também escritor e jornalista. Nascido livre e vendido como escravizado aos 10 anos, conquistou sua liberdade, estudou por conta própria e usou a Justiça como instrumento de libertação. Estima-se que, com seus esforços, mais de 500 pessoas escravizadas tenham sido libertas.
Em uma de suas cartas mais célebres, publicada em 1864, ele escreveu:
“A liberdade não se compra, conquista-se.”
É essa visão de transformação pela palavra e pela ação que pretendo trazer para esta coluna. Vamos falar sobre o Direito no cotidiano. Comprar um produto, alugar um imóvel, buscar atendimento público, se defender de cobranças indevidas. Tudo isso tem a ver com o que está previsto em lei. E tudo isso pode e deve ser entendido de forma simples. Sem juridiquês. Com dados confiáveis, exemplos reais e linguagem clara.
Voltar ao Entre-Rios é mais do que um reencontro profissional. É uma forma de agradecer à casa que me ajudou a crescer como jornalista e como cidadão. E também de registrar um agradecimento especial a quem está ao meu lado nesta nova jornada: a advogada Romalha Pereira, que abriu as portas do escritório, tem me orientado com generosidade e, acima de tudo, se mostrado uma amiga verdadeira.
Nos vemos por aqui, toda sexta-feira. Até a próxima.
Jornalista e bacharel em Direito, faz parte do escritório Legalizzare. Escreve às sextas-feiras no Entre-Rios Jornal sobre temas que cruzam o direito, a comunicação e a vida cotidiana.
A vida não cabe em um título de cargo ou em um diploma pendurado na parede. Somos feitos de camadas, de experiências que se somam, de recomeços corajosos. E o conhecimento é o fio que costura tudo isso. Ele transforma. Amplia horizontes. Nos impulsiona.
É com esse espírito que volto ao Entre-Rios Jornal, agora como colunista. O jornal onde dei meus primeiros passos na comunicação, diagramando páginas, cobrindo esportes e aprendendo com cada pauta e cada colega. Foi aqui que descobri o poder de uma boa história e como a informação pode, de fato, mudar a vida das pessoas.
Mesmo depois de sair da redação, segui outros caminhos: assessoria de imprensa, revista, televisão. Agora, já formado em Direito e prestes a me tornar advogado, trago comigo a mesma vontade de comunicar. Só que com uma nova lente. Uma lente jurídica. E mais do que isso, com a certeza de que comunicação e Direito não são mundos separados. São forças que se complementam. Ambas lidam com linguagem, mediação, direitos e responsabilidades. Ambas são sobre pessoas.
Luiz Gama, símbolo da luta contra a escravidão e um dos primeiros juristas negros do Brasil, foi também escritor e jornalista. Nascido livre e vendido como escravizado aos 10 anos, conquistou sua liberdade, estudou por conta própria e usou a Justiça como instrumento de libertação. Estima-se que, com seus esforços, mais de 500 pessoas escravizadas tenham sido libertas.
Em uma de suas cartas mais célebres, publicada em 1864, ele escreveu:
“A liberdade não se compra, conquista-se.”
É essa visão de transformação pela palavra e pela ação que pretendo trazer para esta coluna. Vamos falar sobre o Direito no cotidiano. Comprar um produto, alugar um imóvel, buscar atendimento público, se defender de cobranças indevidas. Tudo isso tem a ver com o que está previsto em lei. E tudo isso pode e deve ser entendido de forma simples. Sem juridiquês. Com dados confiáveis, exemplos reais e linguagem clara.
Voltar ao Entre-Rios é mais do que um reencontro profissional. É uma forma de agradecer à casa que me ajudou a crescer como jornalista e como cidadão. E também de registrar um agradecimento especial a quem está ao meu lado nesta nova jornada: a advogada Romalha Pereira, que abriu as portas do escritório, tem me orientado com generosidade e, acima de tudo, se mostrado uma amiga verdadeira.
Nos vemos por aqui, toda sexta-feira. Até a próxima.
Jornalista e bacharel em Direito, faz parte do escritório Legalizzare. Escreve às sextas-feiras no Entre-Rios Jornal sobre temas que cruzam o direito, a comunicação e a vida cotidiana.

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