Ontem encerramos com alegria a festa de São Sebastião e já estamos há pouco mais de um mês da abertura da 63ª Campanha da Fraternidade de 2026, sob esse lema bíblico acima e com o tema “Fraternidade e moradia”, focando no direito fundamental à moradia digna como expressão da fé, promovendo a reflexão sobre a dignidade humana e a construção de uma sociedade mais justa, com ações de conversão, solidariedade e justiça social durante a Quaresma.
O assessor do Setor de Campanhas da Fraternidade, promovidas anualmente pela CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Jean Poul Hansen, afirma “São muitas as situações em que ter uma casa vai trazer a dignidade para a vida das pessoas”. Assim reforça o que muitos especialistas, estudiosos e ativistas da habitação, da arquitetura das cidades e do urbanismo dizem ao defender a moradia como porta de entrada de todos os direitos.
Com o objetivo principal de “promover, a partir da Boa Nova do Reino de Deus e em espírito de conversão quaresmal, a moradia digna como prioridade e direito, junto aos demais bens e serviços essenciais a toda a população”, a Campanha da Fraternidade 2026 busca endereçar um dos maiores e mais complexos desafios atuais da sociedade brasileira: a garantia do direito à moradia para todas as pessoas, sem distinção, exclusão ou discriminação.
A escolha do tema foi motivada por um pedido da Pastoral da Moradia e Favela e acolhida pelo Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep). O lema, ilumina teologicamente o debate, a partir do mistério da encarnação. “Deus veio morar entre nós, e isso fundamenta a dimensão social da nossa fé. A Campanha da Fraternidade nos convida a construir aqui, entre nós, sinais do Reino de Deus, promovendo dignidade, especialmente nas realidades onde ela é negada”, afirmou Padre Jean.
Ora, o Brasil enfrenta um déficit habitacional de 6 milhões de moradias, somado a um déficit qualitativo de 26 milhões de residências inadequadas – sem saneamento básico, com espaços superlotados ou estruturas precárias. “Essa realidade clama por conversão social e ações concretas que garantam um lar digno a todos”, pontuou. Nós, aqui em Três Rios e cidades da região, temos procurado responder a esse desafio e vemos que essa campanha é providencial. Daí abraçamos alguns objetivos específicos:
1. Analisar a realidade da moradia precária, admitida como normal e que culpabiliza os pobres e segrega milhões de pessoas no Brasil.
2. Identificar omissões do poder público e da sociedade civil frente à universalização dos direitos à moradia e à cidade, bem como iniciativas pastorais, governamentais e da organização popular que promovem a moradia.
3. Conscientizar, a partir da Palavra de Deus e do Ensino Social da Igreja, sobre a necessidade sagrada de teto, terra e trabalho para todos.
4. Corrigir a compreensão da moradia como mercadoria, objeto de especulação ou mérito individual.
5. Fortalecer a presença eclesial e o compromisso sociotransformador junto aos mais pobres, caminhando com os movimentos e organizações populares que promovem a moradia.
6. Empenhar-se para efetivar leis e viabilizar políticas públicas de moradia em todas as esferas sociais e políticas.
Demo-nos as mãos, Igrejas, religiões, serviços sociais de nossas abnegadas instituições civis e governamentais! São Sebastião, padroeiro diocesano e de nossa cidade fortaleça a nossa missão!
O assessor do Setor de Campanhas da Fraternidade, promovidas anualmente pela CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Jean Poul Hansen, afirma “São muitas as situações em que ter uma casa vai trazer a dignidade para a vida das pessoas”. Assim reforça o que muitos especialistas, estudiosos e ativistas da habitação, da arquitetura das cidades e do urbanismo dizem ao defender a moradia como porta de entrada de todos os direitos.
Com o objetivo principal de “promover, a partir da Boa Nova do Reino de Deus e em espírito de conversão quaresmal, a moradia digna como prioridade e direito, junto aos demais bens e serviços essenciais a toda a população”, a Campanha da Fraternidade 2026 busca endereçar um dos maiores e mais complexos desafios atuais da sociedade brasileira: a garantia do direito à moradia para todas as pessoas, sem distinção, exclusão ou discriminação.
A escolha do tema foi motivada por um pedido da Pastoral da Moradia e Favela e acolhida pelo Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep). O lema, ilumina teologicamente o debate, a partir do mistério da encarnação. “Deus veio morar entre nós, e isso fundamenta a dimensão social da nossa fé. A Campanha da Fraternidade nos convida a construir aqui, entre nós, sinais do Reino de Deus, promovendo dignidade, especialmente nas realidades onde ela é negada”, afirmou Padre Jean.
Ora, o Brasil enfrenta um déficit habitacional de 6 milhões de moradias, somado a um déficit qualitativo de 26 milhões de residências inadequadas – sem saneamento básico, com espaços superlotados ou estruturas precárias. “Essa realidade clama por conversão social e ações concretas que garantam um lar digno a todos”, pontuou. Nós, aqui em Três Rios e cidades da região, temos procurado responder a esse desafio e vemos que essa campanha é providencial. Daí abraçamos alguns objetivos específicos:
1. Analisar a realidade da moradia precária, admitida como normal e que culpabiliza os pobres e segrega milhões de pessoas no Brasil.
2. Identificar omissões do poder público e da sociedade civil frente à universalização dos direitos à moradia e à cidade, bem como iniciativas pastorais, governamentais e da organização popular que promovem a moradia.
3. Conscientizar, a partir da Palavra de Deus e do Ensino Social da Igreja, sobre a necessidade sagrada de teto, terra e trabalho para todos.
4. Corrigir a compreensão da moradia como mercadoria, objeto de especulação ou mérito individual.
5. Fortalecer a presença eclesial e o compromisso sociotransformador junto aos mais pobres, caminhando com os movimentos e organizações populares que promovem a moradia.
6. Empenhar-se para efetivar leis e viabilizar políticas públicas de moradia em todas as esferas sociais e políticas.
Demo-nos as mãos, Igrejas, religiões, serviços sociais de nossas abnegadas instituições civis e governamentais! São Sebastião, padroeiro diocesano e de nossa cidade fortaleça a nossa missão!
Medoro, irmão menor-padre pecador

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