Você sabe, de fato, de onde vem a energia que chega à sua casa, empresa ou instituição? E mais: você sabe como ela percorre o caminho até o consumidor final?
A verdade é que muitas pessoas sequer compreendem o real significado da palavra energia. E não falo apenas do senso comum. Falo inclusive de quem trabalha com o tema, depende dele ou até de parte daqueles que estudam e ensinam sobre o assunto. Digo isso com propriedade, por atuar como professor em áreas tecnológicas e energéticas.
Etimologicamente, energia vem do grego enérgeia, que significa “força em ação” ou “capacidade de realizar trabalho”. Em outras palavras, energia é aquilo que possibilita movimento, transformação e funcionamento — seja no corpo humano, seja em sistemas como cidades, empresas e indústrias.
No dia a dia, porém, associamos energia quase sempre à energia elétrica. Assim como o corpo humano precisa de energia proveniente dos alimentos, da água e do sol para se manter ativo, o sistema elétrico também depende de fontes energéticas. É aí que entram as usinas geradoras: hidrelétricas, eólicas, termelétricas, nucleares, fotovoltaicas, entre outras.
Um ponto importante: as empresas que levam a energia até residências, comércios, indústrias, escolas, hospitais e instituições públicas não são, em regra, as geradoras, mas sim distribuidoras de energia elétrica. Elas compram a energia gerada, realizam a distribuição, mantêm a rede e fazem a medição do consumo.
Com a Lei nº 14.300/2022, o Marco Legal da Geração Distribuída, esse modelo avançou. Usinas de geração distribuída, especialmente de fonte solar, passaram a injetar energia limpa na rede, permitindo que consumidores tenham descontos na conta de luz, pagando menos por kWh. A distribuidora continua operando a rede e sendo remunerada, e o governo segue arrecadando impostos. A diferença é que o consumidor passa a sentir menos o peso da conta — e, em alguns modelos, quanto maior o consumo, maior o benefício.
Esse movimento faz parte da chamada transição energética. Um processo semelhante ao que ocorreu nas telecomunicações: dos orelhões com fichas, aos cartões telefônicos, até a abertura do mercado, que trouxe concorrência, preços mais acessíveis, celulares, internet e serviços digitais integrados. Hoje, a energia passa por transformação semelhante: mais tecnologia, mais descentralização, mais sustentabilidade.
Nesse cenário, empresas como a IGREEN vêm se destacando por meio de usinas fotovoltaicas próprias, oferecendo energia limpa com descontos e soluções integradas. Alinhando minhas formações em gestão, administração, engenharia, tecnologia, comunicação e meio ambiente ao propósito da Integra MAIS Soluções Organizacionais, optei por atuar como parceiro, contribuindo para que pessoas e organizações reduzam custos e ampliem sua sustentabilidade, tanto no meio urbano quanto no rural.
Se você acredita que você, a sua empresa ou a instituição onde atua pode economizar e melhorar de forma mais significativa, mantenha essa ponte de conhecimento aberta e entre em contato.
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Seja forte e corajoso. Não se apavore nem desanime.


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