O desafio da dependência química no Rio de Janeiro

O estado do Rio de Janeiro enfrenta um cenário preocupante no uso de drogas. Embora não exista um índice oficial que represente toda a população, levantamentos recentes apontam tendências alarmantes. Um censo da Prefeitura do Rio revelou que 86% das pessoas em situação de rua são dependentes químicos, enquanto a Alerj estima que mais de 70% desse grupo enfrenta problemas relacionados ao uso de entorpecentes. Em serviços especializados, como os da UERJ, centenas de pacientes chegam todos os anos buscando tratamento contra diferentes formas de dependência. Esses números mostram que o consumo de drogas continua sendo um desafio de saúde pública e social.


Reconhecer o início do uso é essencial para prevenir a evolução para o vício. Os primeiros sinais costumam surgir de forma sutil: mudanças no comportamento, queda no rendimento escolar ou profissional e perda de interesse por atividades antes valorizadas. Afastamento da família, irritabilidade, necessidade de quantidades maiores da substância e tentativas fracassadas de parar também são indicadores importantes. Quando esses fatores aparecem juntos, o alerta deve ser imediato. Identificar precocemente e buscar ajuda profissional podem evitar que o uso recreativo se transforme em dependência, preservando vidas e fortalecendo famílias.

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